O Instituto de Radiologia realiza mais de 400 tipos de exames. Consulte.
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Revista de Circulação Nacional faz menção ao Instituto de Radiologia com modernização igual aos grandes centros de Referência do País

Com uma estrutura similar aos principais centros de diagnóstico por imagem do país, o Instituto de Radiologia de Natal, criado em 1967, pelos médicos radiologistas José Jorge Maciel, Paulo Frassinete Bezerra e Olímpio Maciel, surpreende aos desavisados. Com uma estrutura moderna, ampla, com 19 guichês que atendem a 22 mil procedimentos por mês, nas diversas áreas, mantém uma parceria com a Pyramid na área de mamografia, primeiro com os equipamentos M-IV, e agora com os novos mamógrafos digitais Selenia, adquiridos recentemente.

 

Hoje, quase 45 anos depois, o Instituto de Radiologia de Natal é um centro de referência na área de diagnóstico por imagem, comandado por uma segunda geração de jovens médicos preocupada com a qualidade e focada no respeito ao paciente: realiza mais de 400 tipos de exames, tem cerca de 200 funcionários, além de 40 médicos radiologistas e ultrassonografistas.

 

Com essa filosofia de trabalho, que também passa pela figura de José Carlos Passos, já falecido, e refletindo esse crescimento, na última Jornada Paulista de Medicina o Instituto de Radiologia adquiriu dois equipamentos de mamografia digital Selenia e o número de exames aumentou: "Atendíamos 70,8 mamas por dia, o que dava uma média de 1.400 mamografias por mês", conta Dr. José Maciel Neto, responsável pela área de mamas, ultrassom e tomografia do Instituto. "Agora nosso número está maior que 2.000."

 

Segundo o especialista, esses números refletem a tendência do mercado e do comportamento dos médicos: "O clínico hoje se interessa muito por imagem, entende e sabe quais são as revoluções, e por isso envia seu paciente ao local que dê o melhor diagnóstico."

Para o médico, a diferença de resultados entre exames analógicos e digitais já começa em sua duração: "Não é mais necessário revelar filme, pois as imagens saem na tela e o tempo entre um exame e outro é menor." Ele destaca ainda o ganho inegável na qualidade da imagem, principalmente no caso de mamas mais densas e com microcalcificações: "A resolução e o tamanho das imagens permitem um diagnóstico preciso e precoce."

Ao falar do relacionamento com a Pyramid, o diretor médico Marcus Vinícius Passos ressalta a qualidade no atendimento do início ao fim da aquisição. "Não houve grande burocracia, a entrega foi muito rápida e engenheiros foram enviados para dar treinamento aos técnicos e médicos", explica, destacando o trabalho de Alberto Mariotti e de Bóris Botler na compra de mamógrafos M4 há alguns anos e agora, na aquisição dos digitais.

 

"O relacionamento e a parceria com a Pyramid existe porque a tecnologia é nova e traz retorno para ambas as empresas", observa Passos. "É ruim quando chega um vendedor prometendo um produto que faz mil maravilhas e, depois do equipamento estar funcionando, vemos que é ruim. Nesse caso não é assim."

 

Sobre o pós-venda da Pyramid, o diretor destaca o contato contínuo com os vendedores com a equipe, sempre interessado em receber retornos quanto à qualidade das imagens e sempre se colocando à disposição para qualquer problema.

 

"A parceria entre nós e a Pyramid vai além da área comercial, mas é extensiva à classe médica, pois a partir do momento que o paciente sabe que o seu médico está solicitando o melhor para ele, essa relação também é melhorada. Todo mundo ganha", comemora Marcus Passos.

 
 
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